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Zika vrus: novo teste da saliva promete resultado em 20 minutos

07/03/2018 21h12

Pesquisadores da Universidade de Nova York (NYU) estão desenvolvendo um novo teste molecular capaz de detectar o zika vírus a partir da saliva. Mais certeiro, o novo método também garantiria um resultado nove vezes mais rápido que o atual, levando apenas 20 minutos. O novo teste para zika vírus foi desenvolvido a partir do teste de saliva rápido para o HIV revela matéria publicada no site da Revista Crescer, da Editora Globo..

Atualmente, o teste costuma ser feito a partir de amostras de sangue, mas os pesquisadores acreditam que esse não seja o melhor procedimento. Isso porque só é possível detectar o vírus na corrente sanguínea até cerca de dez dias depois da infecção, sendo necessário fazer um segundo teste para encontrar os anticorpos, caso os sintomas sejam correspondentes aos da zika. Todo esse processo poderia retardar o diagnóstico.

"Quanto mais cedo você puder identificar um agente patogênico, mais cedo podem ser tomadas medidas para tratar e isolar essas pessoas. Durante uma epidemia, você pode testar as pessoas antes de entrar em um avião. O futuro de passar pela segurança no aeroporto pode não estar em tirar os sapatos, mas cuspir em um tubo", destaca o autor do estudo, Daniel Malamud, em release da universidade.

Celso Granado, infectologista e professor da Unifesp, aponta os benefícios desta nova tendência, mas faz importantes ressalvas ao estudo. "Seria muito mais prático fazer um teste a partir da saliva e detectar vírus e anticorpos de uma só vez. Mas este estudo ainda não passou pela fase de análise clínica, não foi testado em pacientes infectados."

Ele ainda aponta que, como não há transmissão pela saliva, há razões suficientes para crer que a quantidade de vírus não seja grande o suficiente para detecção. Além disso, não há na comunidade médica grande experiência com a questão de anticorpos na saliva, como já existe no plasma e na urina.

A periodontista Celi Vieira, do Grupo Oris, ressalta por sua vez a importãncia da avaliação da produção da saliva na identificação de doenças bucais (gengivite, cárie, alteração do hálito) e sistêmicas (doença autoimunes como a síndrome de Sjögren e o Lupus, diabetes tipo 1, psoríase, doenças inflamatórias intestinais, mal de Parkinson, AIDS e a fibrose cística, por exemplo. Para a especialista em halitose (mau hálito) e xerostomia (sensação de boca seca), o apoio da ciência no exame da saliva para identificação de anormalidades no organismo é cada vez maior.

   
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